Feeding Forward: Aplicativo que combate a fome

Feeding Forward: Aplicativo que combate a fome

Conheça o Feeding Forward, o aplicativo criado para combater a fome com a distribuição de alimentos.

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feeding forward o masculino
Aplicativo busca conectar empresas com excesso de alimentos com instituições que precisam. Foto: Shutterstock

Uma startup da Califórnia criou um aplicativo que tem como objetivo ajudar a reduzir a fome no mundo por meio da redistribuição de alimentos. A ideia parte do princípio de que há excesso de alimentos em alguns lugares enquanto falta em outros. O app, que recebeu o nome de Feeding Forward, quer conectar empresas que possui alimentos sobrando com instituições que necessitem.

Aplicativo combate a fome

A fundadora da startup e idealizadora do aplicativo, Komal Ahmad usou um argumento no mínimo interessante para convencer um júri de investidores formado por 33 empresários franceses, em um concurso realizado em San Francisco. “Queremos nos tornar uma espécie de ‘Uber da recuperação de alimentos’”.

Ela argumenta que, assim como o Uber que se tornou uma das startups mais caras do mundo graças a um aplicativo para reservar um carro e motorista através do smartphone, a Feeding Forward também combina uma plataforma móvel e on-line com uma rede de motoristas.

Como funciona Feeding Forward

Com o aplicativo, as empresas com excedente de alimentos, seja um restaurante ou uma sala de eventos após de uma conferência, por exemplo, poderá usar a plataforma para chamar um veículo que virá recuperar os alimentos e entregar diretamente para um banco de alimentos ou um abrigo para sem casas, orfanato, etc.

Komal Ahmad, que fundou a startup em Berkeley, perto de San Francisco, lembra que um em cada seis americanos não tem o suficiente para comer, enquanto 40% dos alimentos produzidos nos EUA vai para o lixo.

A plataforma já está em funcionamento e ajuda a alimentar mais de 600 mil pessoas atualmente na periferia de San Francisco. O próximo passo da startup é apresentar o aplicativo nos países da união europeia, para depois expandir para os demais continentes.

“A Europa é o próximo continente lógico para onde iremos, pois há muito desperdício de alimentos lá”, afirmou Komal Ahmad, lembrando que recebe pedidos diariamente de empresas em Uganda, Paquistão, etc. “A fome é um problema global”.

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