Novidade à vista: Células-tronco como terapia contra impotência

Novidade à vista: Células-tronco como terapia contra impotência

Solução contra disfunção erétil, desenvolvida por pesquisadores dinamarqueses, promete menos efeitos colaterais que métodos já existentes

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Impotência célula-tronco
Pesquisa sobre novo tratamento entrou na segunda fase para testar eficácia e confiabilidade.

A disfunção erétil é um problema que atinge (e assombra!) muitos homens em todo o mundo e qualquer novidade neste sentido é vista com bons olhos por todos. Vem da Dinamarca a nova esperança contra a impotência: pesquisadores desenvolveram uma terapia a base de células-tronco que pode ajudar homens impotentes a voltar a ter relações sexuais.

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Estudos indicam que a disfunção erétil afeta quase a metade da população masculina entre 40 e 70 anos de idade. Atualmente, entre os tratamentos mais utilizados contra a impotência está a ingestão do Viagra, mas que pode ter sérios efeitos colaterais.

Células-tronco contra a impotência

Uma equipe de pesquisadores liderados por Martha Haahr, do Hospital da Universidade de Odense, usou células-tronco retiradas da gordura abdominal via lipossucção e as injetou nos pênis de 21 voluntários. O procedimento foi bem simples, eles foram liberados da clínica no mesmo dia e os resultados animaram.

Após seis meses, oito entre os voluntários testados relataram que haviam readquirido a capacidade de ereção sem precisarem recorrer a drogas como o Viagra. O resultado levou a responsável pela pesquisa a vislumbrar um futuro interessante. “Essa técnica pode permitir que os homens recuperem a ereção espontânea, ou seja, sem uso de remédios, injeções ou implantes”, concluiu Haahr, durante conferência da Associação Europeia de Urologia, em Londres.

Outro fator que chamou a atenção é que os participantes afirmaram que mesmo após um ano a melhora se mantinha. Vale lembrar que os resultados apresentados são referentes à fase inicial dos testes, tendo iniciada recentemente uma segunda etapa com o objetivo de avaliar a eficácia e a segurança do método.

“Estamos satisfeitos com os resultados preliminares, sobretudo porque anteriormente esses homens não tiveram qualquer efeito com tratamentos médicos tradicionais, e agora têm tido boa função erétil por 12 meses. Isso sugere a possibilidade de aplicações terapêuticas”, conclui Martha Haahr.

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